Adoração ao Santissimo Sacaramento, 24 horas por dia

Oração da Santa Comunhão

Creio, Senhor e confesso, que em verdade Tu És Cristo, Filho de Deus vivo e que vieste ao mundo para salvar os pecadores, dos quais eu sou o primeiro. Creio ainda que este é o Teu Puríssimo Corpo e que este é o Teu próprio precioso Sangue. Suplico-Te, pois, tem misericórdia de mim e perdoa-me as minhas faltas voluntárias e involuntárias, que cometi por palavras ou ações, com conhecimento ou por ignorância, e concede-me sem condenação receber Teus puríssimos Mistérios para remissão dos pecados e para a vida eterna. Da Tua Ceia Mística, aceita-me hoje como participante, ó Filho de Deus; pois não revelarei o Teu Mistério aos Teus inimigos, nem Te darei o beijo como Judas, mas como o ladrão me confesso: lembra-Te de mim, Senhor, no Teu Reino, Que não seja para meu juízo ou condenação, a recepção de Teus Santos Mistérios, Senhor, mas para a cura do corpo e da alma. Amém!

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17/07/2015

Dois mil peritos de 30 países pedem deter exploração de barrigas de aluguel

MADRI, 17 Jul. 15 / 07:00 pm (ACI).- A associação Profissionais pela Ética publicou uma carta através da qual, até então, 1.988 peritos em faculdades como medicina, direito e educação de 31 países do mundo todo assinaram para pedir a abolição das barrigas de aluguel, por tratar-se de “uma nova forma de exploração da mulher e do tráfico de pessoas”.
A declaração afirma que a gestação por substituição, também conhecida como “mães de aluguel”, constitui uma violação dos direitos fundamentais da mãe que gera o bebê e do filho concebido por ela.
Segundo um comunicado, a Associação Profissionais pela Ética comentou que “os desejos de paternidade, têm como limite a dignidade das pessoas e a proteção dos seus direitos fundamentais” e faz referência “à vulnerabilidade e desinformação de numerosas mulheres, que são exploradas pelos intermediários da maternidade substituída e pela ruptura premeditada do vínculo natural entre mãe e filho”.
Os assinantes desta declaração solicitam que os governos nacionais e as instituições internacionais, como defensores do respeito aos direitos humanos, se comprometam na abolição universal da maternidade substituída.
Exigem também a proibição da inscrição no Registro Civil em favor dos pais não biológicos dos recém-nascidos, mediante a gestação por substituição, como medida dissuasiva frente esta prática.
Leonor Tamayo, presidenta da Associação Profissionais pela Ética, explicou que “a Declaração e os nomes dos seus assinantes serão entregues a partir do mês de setembro no Parlamento Europeu, no Escritório do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU e a na Assembléia Parlamentaria do Conselho Europeu.

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